
Aparecem na minha vida, de uma forma estranha, pessoas que sinto tão boas mas tão sem alma. Sem profundidade. Sem brilho. Sem magia. Não por serem más mas por serem vazias. Quase como se tivesse a capacidade de lhes pesar a alma e não passar de meros gramas.
Esta capacidade que tenho de sentir a não profundidade assusta-me porque raramente erro.

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